Musicoterapia usa ritmo e melodia para tratar doenças

Sem restrições, qualquer idade pode se beneficiar com forma de tratamento

A musicoterapia tem diversas vantagens: ajuda na interação com o mundo, relaxa, aguça sentidos, movimenta o corpo, melhora a coordenação motora e até mesmo ajuda na cura de doenças. O objetivo principal é utilizar a música (som, ritmo, melodia e harmonia) para auxiliar na comunicação, na aprendizagem, na expressão e atender necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas do indivíduo ou grupo. “A música é muito provocativa, muito convidativa para entrar no mundo da comunicação. Serve para o indivíduo começar a se expressar, sendo capaz de auxiliar na cura ou melhora de uma doença”, explica Clarisse Prestes, musicoterapeuta e professora de musicalização da Universidade de Brasília (UNB).

Clarisse ressalta que a musicoterapia pode ser utilizada em todas as idades e em vários tipos de dificuldades. Desde UTI ou asilo de idosos, crianças autistas, cegas e com vários outros tipos de dificuldades. A metodologia pode variar desde jogos, quaisquer instrumentos e chegar até a música. “Na maior parte dos casos a musicoterapia é ativa, ou seja, o próprio paciente toca os instrumentos musicais, canta, dança ou realiza outras atividades junto com o terapeuta. Já a forma passiva, o profissional usa apenas a música para ajudar no tratamento”.

Visando oferecer aos pacientes um atendimento mais humanizado, novos procedimentos foram incluídos na lista de práticas integrativas do Sistema Único de Saúde (SUS), por meio da publicação da Portaria 145/2017. Além da musicoterapia, são ofertadas sessões de arteterapia, meditação, quiropraxia, reiki, tratamento naturopático e tratamento osteopático.

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